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INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS

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INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS

 

Espacial Existêncial Cinestésico-Corporal Interpessoal Intrapessoal Línguística Lógico-Matemática Musical Naturalista

 

Trabalho de pesquisa dos alunos do 1º NA na disciplina de Prática de Ensino

 

Professora Rosângela Menta Mello

 

Teste a sua Inteligência

 

 

 

1. INTRODUÇÃO

 

No início dos anos oitenta, Howard Gardner apresentou uma teoria que revolucionou os conceitos sobre a inteligência humana. Em seu livro denominado “Estruturas da Mente”, Gardner traz a Teoria das Inteligências Múltiplas como uma nova forma de analisar as capacidades cognitivas de um indivíduo de maneira mais diversificada. Gardner afirma que todo o indivíduo possui cerca de sete tipos diferentes de inteligência, cada um desenvolvido em maior ou menor grau, e que tais diferenças necessitam ser consideradas em nossos sistemas educacionais, que sempre tiveram uma visão binária do intelecto humano, ou seja, somente os indivíduos com inteligência lingüística e lógico-matemática bem desenvolvidas estavam destinados ao sucesso.

 

Levando em conta as idéias expostas na teoria de Gardner, surgiram inúmeras novas metodologias educacionais que trabalham com a pluralidade das inteligências presentes no indivíduo. Algumas dessas metodologias trazem versões diferentes de como as inteligências devem ser educadas.

 

Neste estudo, analisaremos as principais definições de o que conta como inteligência humana, apresentaremos as principais idéias da Teoria das Inteligências Múltiplas e efetuaremos uma comparação de dois métodos de ensino de língua estrangeira que são decorrentes da Teoria, tendo como objetivo a obtenção de uma conclusão sobre qual dos dois métodos é o mais adequado para aplicação em sala de aula.

 

O conjunto das habilidades humanas

Todos nós somos dotados de um espectro de diferentes capacidades. Veja quais são elas

 

 

 

1.1 Metodologia aplicada na realização do estudo

 

Para que a realização deste estudo fosse possível, fizemos uso de três métodos distintos. Primeiramente, buscaram-se referências bibliográficas para consolidar um embasamento teórico sobre o assunto. Em seguida, foi realizada uma pesquisa de campo, a qual consistia em entrevistas com profissionais da área do ensino de língua estrangeira moderna, sendo estes professores, coordenadores de cursos de idiomas e docentes da Faculdade de Letras do UniRitter, além de um autor de livros sobre o tema. Em tais entrevistas, foi feita uma breve exposição sobre a teoria de Gardner, seguida de exposição sobre os dois métodos decorrentes que estão sendo analisados, os quais foram denominados “Método A” e “Método B”. Todas as apresentações foram procedidas de maneira imparcial, visando a não influenciar as respostas dos entrevistados. As perguntas feitas tinham por objetivo fazer uma comparação de vantagens, desvantagens e outras implicações dos métodos “A” e “B” tendo como base o conhecimento e a experiência profissional do entrevistado. Todas as entrevistas foram gravadas para a obtenção mais precisa das informações e opiniões expostas pelo indivíduo.

 

O terceiro método constitui-se de uma análise crítica dos pontos de vista expressos pelos entrevistados, procurando reunir opiniões comuns à todos, de maneira que estas possam ser contrapostas com as idéias originais retiradas das fontes bibliográficas consultadas para que, assim, seja possível chegar a uma conclusão sobre a exeqüibilidade dos métodos decorrentes da Teoria. Em seguida, foram transcritas, e encontram-se nos anexos do trabalho.

 

 

2. O QUE É INTELIGÊNCIA

 

2.1. A Visão Clássica

 

Segundo Gardner, a visão clássica afirma que a inteligência é uma capacidade unitária de raciocínio lógico do tipo exemplificado pelos matemáticos, cientistas e lógicos. Em concordância com a visão clássica, o raciocínio abstrato é extremamente valorizado. Na visão tradicional a inteligência é conceituada como a capacidade de responder a testes de inteligência, o Q.I. Alguns testes realizados demonstram que a "faculdade geral da inteligência" não muda muito com a idade ou com treinamento ou experiência. A inteligência é um atributo ou uma faculdade inata do ser humano.

 

Essa visão da inteligência está de acordo com a de Spearman (1904) e de alguns psicometristas posteriores. Spearman defendeu ardorosamente o papel da inteligência geral, ou g. Spearman via g como uma “energia mental subjacente que era utilizada em graus variados em toda atividade intelectual”. A teoria psicométrica baseia-se na crença de que a inteligência é um traço inato, global e relativamente imutável, a qual não muda muito com a idade, treinamento ou experiência. Embora suas definições variem em detalhes, os psicometristas, de modo geral, percebiam a inteligência como “uma faculdade unitária ou como um agrupamento de faculdades (tais como o tempo de reação, a discriminação sensorial, a capacidade de perceber relações lógicas e a memória) altamente correlacionados entre si.”(Gardner, Kornhaber, Wake, 1998, p. 214

 

2.2. A Visão de Gardner

 

Howard Gardner propôs sua teoria das inteligências múltiplas em 1983, como um desafio à visão clássica da inteligência. Ele define uma inteligência como a “capacidade de resolver problemas ou criar produtos que são importantes num determinado ambiente cultural ou comunidade.” (Gardner, 1995, p. 21).Também afirma que uma inteligência é um termo para organizar e descrever capacidades humanas e não uma referência a um produto que existe dentro da cabeça. Uma inteligência não é uma “coisa” e sim um potencial, a presença do qual permite a um indivíduo ter acesso a formas de pensamento apropriadas a tipos específicos de conteúdo.

 

Gardner (1994) deixa bem claro também que as inteligências não são equivalentes a sistemas sensoriais. Segundo o autor, em nenhum caso uma inteligência é completamente dependente de um único sistema sensorial, nem nenhum sistema sensorial foi imortalizado como uma inteligência, mesmo porque as inteligências são, por sua própria natureza, capazes de realização (pelo menos em parte) através de mais de um sistema sensorial. Assim, é um erro tentar comparar inteligências em todos os detalhes; cada uma deve ser pensada como um sistema próprio e com suas próprias regras.

 

Em co-autoria com Joseph Walters, Gardner (1995) profere que a teoria das inteligências múltiplas pluraliza o conceito tradicional, partindo mais uma vez do princípio de que uma inteligência implica na capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos que são importantes num determinado ambiente ou comunidade cultural. Assim, a teoria das IM é elaborada à luz das origens biológicas de cada capacidade de resolver problemas, considerando somente as capacidades que são universais na espécie humana.

 

3. AS SETE INTELIGÊNCIAS EM FOCO

 

Gardner identificou as inteligências lingüística, lógico-matemática, espacial, musical, corporal cinestésica, interpessoal e intrapessoal. Postula que essas competências intelectuais são relativamente independentes, têm sua origem e limites genéticos próprios e substratos neuroanatômicos específicos e dispõem de processos cognitivos próprios. Ele ressalta que, embora essas inteligências sejam, até certo ponto, independentes umas das outras, elas raramente funcionam isoladamente.

 

Encontram-se aqui breves descrições das sete inteligências classificadas por Gardner. É importante ressaltar que, atualmente, existe uma oitava inteligência, denominada inteligência Naturalista, que se refere à capacidade de reconhecer objetos na natureza, e está presente em biólogos e cientistas como Charles Darwin. Tal inteligência ainda está sob estudo, não constando na teoria original de Gardner exposta no livro Estruturas da Mente.

 

REFERENCIAL TEÓRICO

 

Centro Universitário Ritter dos Reis - Porto Alegre/RS

A Teoria das Inteligências Múltiplas: Análise de Métodos Decorrentes (Monografia)

Autora: Lauren Davi Santos (laurendavi@yahoo.com.br)

Sob a orientação da Profª Ms. Líria Romero

 

Visitante nº

 

Depósito do Calvin teste

 

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